sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ativistas presos por roubo de carne de baleia

A polícia japonesa prendeu dois ativistas do Greenpeace em caso de suspeita de roubo, depois de terem admitido ter uma caixa de carne de baleia como prova de tudo quanto foi dito por baleeiros japoneses. Greenpeace utilizou a caixa de carne para dar queixa na promotoria no mês passado, no qual alguns dos tripulantes da frota baleeira do Japão expeditou grandes quantidades de carne no seu regresso de uma caçada. O Japão diz que seu programa é utilizar a baleia para fins científicos, mas grande parte da carne acaba nas mesas de restaurantes. "Só posso dizer que é uma detenção ilegal", afirma Yasushi Tadano, advogado da Greenpeace em Tóquio. "Como dissemos no início, não poderíamos ter feito uma acusação criminal sem ter a carne de baleia." Junichi Sato e Toru Suzuki são suspeitos de invasão nas instalações de uma empresa transportadora, no norte da província de Aomori, em abril, no qual tem a caixa de carne. A caça comercial à baleia foi proibida em 1986 ao abrigo de uma moratória internacional, mas Tóquio tem uma campanha a favor do levantamento da proibição, dizendo que baleia faz parte da tradição cultural do país. "O programa baleeira japonesa tem sido envergonhado internacionalmente pela sua falta de credibilidade científica, agora ele está a ser envergonhado em casa e também por tentar esconder a corrupção, e agora para a tomada de vingança sobre aqueles que têm exposto ele", disse Jun Hoshikawa do Greenpeace. Uma sondagem em fevereiro mostrou que uma maioria no Japão dá apoio ao programa baleeira japonesa. "Sul-coreanos comem cães, mas nós não comemos cães", Shunichi Suzuki, um integrante do Partido Democrata Liberal proponente de baleia, afirmou esta semana. "Negar essa tradição simplesmente porque você não tem é imperialismo cultural". As detenções chegaram apenas à frente da reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, que será no Chile, na próxima semana. Japão tem, muitas vezes, ameaçado deixar a organização sobre a moratória. (Correspondente em Tóquio/20 de junho de 2008, The Australian Newspaper)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Emissões de carbono ameaçam deixar os oceanos ácidos

Aumentar as emissões de dióxido de carbono poderia deixar espécies como os corais e ouriços do mar lutando para sobreviver até o final do século, porque o gás irá tornar os oceanos mais ácidos, afirma a investigação liderada por cientistas britânicos.
O estudo de como a acidificação afeta os ecossistemas marinhos revelou um notável impacto sobre a vida animal e vegetal. As conclusões, a partir de uma equipe liderada por Jason Hall-Spencer, da Universidade de Plymouth, indicam que o aumento das emissões de carbono irá alterar a biodiversidade dos mares profundamente, antes mesmo de levar em conta os efeitos do aquecimento global. A maior concentração de dióxido de carbono na atmosfera significa que mais gás se torna dissolvido em água do mar, aumentando a sua acidez. Isto terá consequências boas para algumas espécies, mas será catastrófico para as outras. O doutor Spencer Hall investigou os prováveis efeitos da acidificação pelas aberturas estudando o natural subaquática ao largo da costa da Itália, onde bolhas de dióxido de carbono passa através do mar. Isso faz com que a água volte a ter as aberturas significativamente mais ácidas do que nos arredores. O estudo, publicado na revista Nature, mostra que algumas espécies são afectadas pela subida acidez. Alguns corais eram comuns no fundo do mar na região, mas agora estão ausentes pela fechada das aberturas. Ouriços do mar e caracóis também foram afetados pelo mal da acidez. Outras espécies do mar e um tipo de erva conhecida como algas sargassum prosperaram, já que o excesso de dióxido de carbono tem um efeito adubar. Este crescimento extra, no entanto, pode ser prejudicial para a outra vida marinha. Sargassum é uma espécie exótica invasora, levado para a região do lastro dos transportes marítimos. A equipe de pesquisa é o primeiro a usar as aberturas dos submarinos para avaliar a forma como a acidez, causada pelo gás, influência a vida marinha."Nosso campo de estudos fornecem uma janela sobre o futuro dos oceanos em um alto nível de CO2 no mundo", disse o Dr. Hall-Spencer. "Mostramos as dramáticas consequências ecológicas, a acidificação dos oceanos, incluindo a remoção de corais, moluscos e ouriços do mar e da proliferação de algas exóticas invasoras. Nossas observações diz respeito a verificar, com base em experiências laboratoriais e de modelos de previsões, que teias alimentares marinhas serão gravemente afetadas e que os principais pontos de depósito ecológicos são suscetíveis a humanos, se as emissões de CO2 continuar inabalável." A acidez em torno de dióxido de carbono podem ser reduzidos por aproximadas condições de aberturas, que dilui a acidez da água - algo que não iria acontecer se todo o oceano for muito ácido. Os pesquisadores também observaram que, embora o peixe continuou a natação através de águas mais ácidas, eles evitaram a reprodução ou a desova nos mesmos. "Isso não é um problema no momento, como eles podem ir em qualquer outro local," disse o Dr. Hall-Spencer. "Mas em um oceano mais ácido não haverá escapatória." (Correspondente, Mark Henderson, Londres 10 de junho de 2008 – The Australian)

Carro híbrido para estimular o verde

O plano da Toyota para a construção de um carro híbrido na Austrália se espera que resulte em outras sociedades para abraçar a tecnologia verde e novas oportunidades de exportação. O primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, está visitando os executivos da Toyota, na sede em Nagoya (Japão), hoje (10/06) e está prevista para anunciar a produção de um híbrido Camry em Altona, onde está a fábrica da empresa em Melbourne. A próxima geração Camry está prevista para entrar em linha em 2010. O australiano Dave Oliver, secretário da Manufatura dos Trabalhadores da União (AMWU) afirmou que a operação foi boa notícia para a exportação da Austrália no futuro. "Qualquer declaração relativa à produção de automóveis verde é uma boa notícia", afirma Oliver para a rádio nacional ABC. "Estamos dizendo há algum tempo que precisamos de um plano para esta indústria, no qual considere esse tipo de veículos para a condução de pessoas nos próximos 10 a 20 anos. Especialistas da indústria de automóvel dizem que o esperado anúncio de hoje vai levar a uma explosão de carro com tecnologia verde localmente. "O tipo de resposta que vai desencadear a partir de outros fabricantes é de olhar para os seus próprios produtos e como eles podem ser mais amiga do ambiente", diz Richard Cooney, especialista da Monash University. Além disso, Dr. Cooney afirma que ter um carro híbrido construído na Austrália daria para locais projetistas, engenheiros e fabricantes o acesso às últimas tecnologias verdes de veículo. (Junho 10, 2008 – The Australian)

Sydney alcança novamente o top 10 das melhores cidades do mundo

Sydney foi novamente colocada no início oficial das dez melhores cidades do mundo para se viver, enquanto as outras quatro capitais australianas são classificados no top 35.
New South Wales com sua capital portuária, Sydney, está em 10 lugar na pesquisa mundial de qualidade de vida (Mercer's Worldwide Quality of Living Survey 2008). Rob Knox, do Índice Mercer Global, diz uma série de fatores que contribuíem para uma cidade da qualidade. "Ambiente político e social, econômico e até mesmo coisas como os serviços públicos e transporte. Num contexto global, Sydney tem muitos pontos favoráveis em todas as principais medidas que estamos a olhar."
As três primeiras cidades no ranking da lista foram Zurich, Vienna e Geneva. Em comparação, da França cosmopolita Paris é classificado em 32, enquanto os de alta nos Estados Unidos, as cidades são do Havaí, em Honolulu 28 seguido pela cidades da Califórnia, San Francisco 29. Já Bagdá, a capital iraquiana, despedaçada pela guerra se senta no fundo da lista. (Macquarie National Mews – 11/06/08)

A fome dos cipriotas deixa em perigo o som das aves migratórias

Ambientalistas afirmam que mais de um milhão de aves, na sua maioria migratórias, foram mortas em Chipre (Turquia), no ano passado e serviu-se as delícias culinárias locais. A ave Canoras é um prato popular na ilha do Mediterrâneo Oriental, que reside em uma das principais rotas migratórias. Embora seja proibida a captura e o consumo dessas aves, elas ainda são servidas até em alguns restaurantes, dizem ativistas da fauna silvestre. "A menos que seja tomada uma ação decisiva no futuro a Europa será sombria para as aves migratórias", disse Martin Hellicar, diretor executivo da BirdLife caridade em Chipre. Hellicar mostra inquéritos por parte da organização, no qual aponta mais de 1.1 milhões de aves mortas a partir de março de 2007 a fevereiro de 2008. Através de indiscriminados métodos de armadilhagem muitas aves migratórias e residentes foram mortas, disse ele. "Em termos da Europa, Chipre é provavelmente o pior criminoso de armadilhagem para aves", afirma Hellicar. (Macquarie National Mews – 11/06/08)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

O vizinho australiano, Nova Zelândia, é a sede mundial das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente 2008

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje, em 5 de junho de cada ano, é um dos principais veículos através dos quais a Organização das Nações Unidas (ONU) estimula a conscientização mundial sobre o meio ambiente e reforça a atenção política e pró-ativa.
Neste ano, o slogan para este dia é “CO2:Chute o hábito! Rumo a uma economia com baixa produção de carbon”.(Kick the Habit! Towards a Low Carbon Economy). O Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP) está pedindo aos países, empresas e comunidades a se concentrarem na emissão de gases de estufa e de como reduzi-los. O Dia Mundial do Meio Ambiente irá destacar recursos e iniciativas que promovam a economia com baixa produção de carbono e de estilos de vida, tais como a melhoria da eficiência energética, energias alternativas, conservação florestal e de consumo ecológico. As principais celebrações internacionais do Dia Mundial do Meio Ambiente 2008 será realizado na Nova Zelândia. O dia da agenda é de dar um rosto humano para as questões ambientais, capacitar as pessoas a se tornarem agentes do desenvolvimento sustentável e equitativo, promover uma compreensão que as comunidades são fundamentais para mudar as atitudes para com as questões ambientais e ser defensor da parceria, no qual irá assegurar todas as nações e os povos a desfrutar de um futuro mais seguro e mais próspero.
Quando é que tudo começou?
O Dia Mundial do Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 para marcar a abertura da Conferência de Estocolmo sobre o Ambiente Humano. Outra resolução, adaptada pela Assembleia Geral, no mesmo dia, levou à criação do UNEP. (Site do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas)

Como você pode comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente?

O Dia Mundial do Meio Ambiente pode ser comemorado em muitos aspectos, como comícios nas ruas, desfiles de bicicletas, concertos verdes, concursos de redação e cartazes nas escolas, plantação de árvores, esforços para reciclagem, campanhas de limpeza e muito mais. Em muitos países, este evento anual é utilizado para reforçar à atenção política e de ação. Chefes de Estado, primeiros-ministros e ministros do Meio Ambiente emitem declarações e comprometem-se a dar atenção para a Terra. Promessas são feitas, algumas levam à criação de estruturas governamentais permanentes, como lidar com a gestão ambiental e com o planejamento econômico. Esta observação também é uma oportunidade para assinar ou ratificar convenções internacionais em matéria de meio ambiente. Quanto a este Dia Mundial do Ambiente, vamos analisar o estado do nosso meio ambiente. Vamos estudar cuidadosamente as ações que cada um de nós devemos tomar e, em seguida, dirigir-nos a nossa tarefa comum de preservar toda a vida na Terra, num clima de calma e sóbria resolução de confiança.(Site do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas)

Comunidades locais com atuações globais

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de Junho, o Conselho da cidade Baw Baw Shire (Victoria) irá celebrar a sua parte na redução do impacto do aquecimento global através do programa do governo australiano Cidades para a Proteção do Clima (CCP). O Dia Mundial do Ambiente é o evento anual das Nações Unidas para promover a conscientização mundial das questões ambientais e incentivar a ação política. A CCP é um terreno quebrando campanha internacional, emitido pelos Governos Locais para a Sustentabilidade (ICLEI), que ajuda os governos locais e suas comunidades a reduzirem emissões de gases de estufa e seu impacto sobre o meio ambiente. Na Austrália, por si só, 13,3 milhões de toneladas de emissões de carbono têm sido reduzida desde o início da presente ação local impulsionada em 1997. Este ano, as Nações Unidas traz para o Dia Mundial do Meio Ambiente o slogan “CO2: Chute o hábito! Rumo a uma economia com baixa produção de carbono”.(Kick the Habit! Towards a Low Carbon Economy). Participantes como o CCP Baw Baw Shire estão a demonstrar que as autarquias locais têm um importante papel a desempenhar para o desafio de reduzir a emissão de gases de estufa. "A mudança climática está se tornando rapidamente a questão para definir o nosso tempo e Baw Baw Shire Conselho está a desempenhar a sua parte na redução da nossa impacto global", afirmou Glenn Patterson, Chefe Executivo do Escritório Baw Baw Shire Conselho. O Conselho é um dos 230 governos locais que participam no CCP na Austrália e aderiram ao programa em 2004. Sendo membro participantedo CCP e da ICLEI, Baw Baw Shire Conselho faz parte de uma rede internacional de mais de 800 governos locais em todo o mundo dedicado a fazer melhorias ambientais a nível local. "Comunidades estão se tornando cada vez mais conscientes da necessidade urgente de agir sobre as alterações climáticas. CCP demonstra que os governos locais estão a exercer eficazmente as suas comunidades para a realização concreta dos benefícios ambientais", afirma Wayne Wescott, Chefe Executivo do Escritório ICLEI Oceania. O CCP Austrália Programa é uma parceria entre o ICLEI - Governos Locais para a Sustentabilidade - Oceania (ICLEI Oceania) e do Departamento do Governo australiano do Meio Ambiente, da Água, do Património e das Artes.(Site Baw Baw Shire)

Indo Verde EXPO 2008 - O ambiente sustentável do trabalho em exposição

Para abrir o Dia Mundial do Meio Ambiente, em Melbourne (Victoria), inúmeras organizações e instituições voltadas para a conscientização ambiental realizam a Indo Verde EXPO 2008, que acontecerá até o dia 8 de junho no Melbourne Exhibition Centre. O objetivo do evento é mostrar as novas idéias verdes e sustentáveis na área comercial e como todos nós podemos ajudar a salvar o meio ambiente e economizar dinheiro. O slogan da Indo Verde EXPO é “Pensar globalmente, agir localmente”. A exposição irá apresentar uma vasta gama de amigos do ecossistema e substitutos disponíveis com soluções sustentáveis para o ambiente em todos os sectores da indústria e categorias de bebês à cerveja, bio-combustíveis e construção. Também combina design & produto prêmios, conferências, palestras, seminários e apresentações livres educativas. Este evento é destinado a esclarecer e inspirar as principais empresas, consumidores e a comunidade em geral. A Indo Verde EXPO mostrará formas inovadoras no qual cada empresa australiana e cada consumidor pode reduzir a sua pegada ambiental e ir verde com os mais recentes produtos, tecnologias e soluções sem custo para a terra! (Site Going Green)

Preço do Carbono permite apresentar ameaça para a economia australiana

O custo de licenças de carbono irá passar para US$ 100 por tonelada em 2020, impulsionado pela subida dos preços do petróleo e pela ambiciosa meta de corte da Europa de 20% nas emissões de estufa. Este novo preço para a concessão de licenças para emitir gases com efeito estufa poderá ter um impacto devastador sobre a economia australiana. Com isso, o governo move-se para finalizar o projeto nacional de um regime de comércio de emissões a partir de 2010. Já o Projeto de Modelação do Setor de Eletricidade da Austrália sugere um preço do carbono de apenas US$ 45 a tonelada, o que seria o suficiente para encerrar três das quatro castanha do carvão em centrais elétricas e outras nos estados Victoria, no sul da Austrália, NSW e Queensland, provocando um aumento de 50% na energia. Já a nova análise do Deutsche Bank sinaliza que mesmo com os grandes investimentos em energia renovável a potência européia terá a necessidade de construir sociedades com mais de 100 novas cargas-bases de gás com centrais eléctricas que prometeu entregar com os cortes nas emissões, consumindo cerca de seis vezes todo o mercado de gás do leste australiano. O analista do Deutsche Bank, Mark Lewis, considera que para este investimento seria necessário um aumento significativo do valor das licenças de emissão estufa, em comparação com o seu atual preço de E26 ($ 40) que passou a E40, E67 e que irá aumentar a uma tonelada em 2020. “O preço das licenças estufa poderiam ser forçados a aumentar ainda mais os preços do petróleo mundial”. Para coincidir com o Dia Mundial do Ambiente, hoje, o conselheiro-chefe da Austrália para Políticas Climáticas, Ross Garnaut, irá dar uma palestra em Canberra para discutir os custos e os benefícios de gases com efeito de atenuação. O professor Garnaut já sugeriu anteriormente um regime australiano de comércio de emissões a partir de 2010, no qual deveriam ser abertos ao comércio internacional de licenças e deverá aceitar o preço mundial de estufa, no qual é fixado pelo maior mercado europeu de carbono. (Matthew Warren, escritor de Meio Ambiente junho 05, 2008 – The Australian Newspaper)

Hoje, a revista australiana feminina Madison lembra que é Dia Mundial do Meio Ambiente

Para marcar a ocasião, a revista Madison declarou na sua edição de junho a questão verde e chamou à atenção para os seus leitores "fazer a diferença!". No interior da revista, uma foto mostra a editora Paula Joye caminhando na floresta da Tasmânia com o líder do partido Verde australiano, Bob Brown. No entanto, a galeria de celebridades revela como eles estão negligenciando o "SOS convite da Terra". A moda comemora a seção "eco-chic" designers e a editora aconselha sobre o armazenamento de alimentos orgânicos e de frutas. Tudo muito digno. Mas todos, infelizmente, impressos na Madison em papel brilhante, branco, 100% de fibras virgens. Mas a Madison não está sozinha nessa. As revistas dos Estados Unidos, incluindo Vanity Fair e The New York Times Magazine, também lançou recentemente o chamado verde sem problemas, mas sofreu um retrocesso para a pregação verde sem praticar. "É muito hipócrita fazer a promoção de uma questão verde, e não usar papel verde. Não é difícil fazer e não há nenhuma razão por que eles não podem.", diz Wilson da Silva, o editor-chefe do Media Luna's G: A Green Lifestyle Magazine. A imprensa verde tem utilizado 55% de papel reciclado e a revista Green da próxima edição terá uma mudança para 100%, com ações feitas a partir de resíduos pós-consumo, diz O'Neill. Já o porta-voz da revista Madison diz que o trabalho é fonte de madeira cultivada e que não coloca animais em riscos e não danificam florestas húmidas ou habitats. A editora Joye, que estava indisponível para a entrevista, escreveu via carta que ela previa a extinção de armadilhas de uma questão verde. Embora o verde da revista Madison seja acerca do verde esmeralda do vestido da famosa modelo australiana Kerr, até mesmo os críticos lhes dão crédito por, pelo menos, ajudar a promover a sensibilização para a causa ambiental. Mais uma vez, como Joye também escreve: "Se vamos para deter as alterações climáticas nenhum de nós pode ter medo de ser julgado no processo." (Sally Jackson junho 05, 2008 - The Australian Newspaper)

O que é Meio Ambiente?!

Muitas são as denominações dadas a palavra Meio Ambiente. Grandes intelectuais e profissionais da área desenvolveram e continuam a desenvolver dissertações e memoráveis artigos em torno deste assunto, mas não entrarei em suas respeitosas linhas de pensamentos para não me extender no rumo da prosa. Afinal este blog tem por objetivo informar as notícias ambientais aqui, na Austrália. Mas como hoje é o dia da inauguração do blog deixarei registrado um pouco da minha percepção do que é Meio Ambiente.
Vida. Tudo aquilo que está à nossa volta e interfere em todos os aspectos da vida de cada cidadão de uma nação é Meio Ambiente para mim. A água de beber, de tomar banho, a comida, as ruas, a moradia, o saneamento básico disponível numa comunidade, tudo, enfim, que é necessário para se viver, está no ambiente onde vivemos. Este não se resume ao ar que respiramos, às praias onde nos banhamos nem às paisagens que contemplamos. É, em primeiro lugar, o que nos constitui. O que nós sentimos. À medida que percebemos essa realidade, modificamos as nossas ações do dia-a-dia. E foi e é assim, que comecei a sentir necessidade de ler mais sobre o Meio Ambiente e a interpretar fatos do cotidiano relacionados à questão ambiental.
Falar da fauna, flora e noticiar denúncias de degradação ambiental ou algum fenômeno da natureza – formas como a temática comumente tem aparecido na mídia – são práticas importantes. Contudo, ampliar esta ótica, extrapolando os espaços que restringem a cobertura sobre o Meio Ambiente a um universo limitado, é oferecer à sociedade uma visão da temática como algo essencial à garantia da qualidade de vida das pessoas e relacionado com praticamente todas as áreas e fatos do nosso cotidiano. Como moradia, saneamento básico, saúde, educação, cultura, energia, negócios, ciência, tecnologia, turismo, espiritualidade, entre outros. Assim, seria possível se fazer perceber como os padrões de consumo interferem no esgotamento dos recursos naturais ou como a produção monumental de lixo compromete a qualidade de vida de cada cidadão. Saber abordar temáticas como essas na editoria de economia, por exemplo, é um dos desafios para os jornalistas, colocado pelos avanços científicos na área da ecologia. Mas, no entanto, são essenciais partindo do ponto de vista de quem trabalha com a informação para e com a sociedade. Então, além de termos conhecimento das notícias ambientais na Austrália, podemos também observar como elas são abordadas. Espero, com isso, que todos tenhamos um bom estudo sobre os enfoques dados ao Meio Ambiente, que é também um estudo da Vida e da riqueza que é o viver!

A proposta deste Blog!

Olá companheiros(as) de jornada!


Tendo como inspiração o Dia Internacional do Meio Ambiente, 05/06, resolvi criar este blog para noticiar o que vem sendo falado e discutido sobre o Meio Ambiente na Austrália. Contudo, as minhas fontes de informações são os principais jornais impressos e on-lines da Austrália. Além, claro, das Organizações não Governamentais (ONG) e Governamentais da área ambiental. Assim, os interessados pelo tema no Brasil poderão acompanhar semanalmente o que vem sendo Notícias sobre o Meio Ambiente na Austrália. E quem sabe assim poderemos começar a construir uma ponte de informação ambiental entre os dois países, com um intuito de colaborar cada vez mais com o movimento da educação ambiental para um dia sermos mais sustentáveis e cuidadosos com o nosso planeta Terra. Desde já, me coloco disponível a auxiliar ou a desenvolver qualquer trabalho jornalístico ou acadêmico sobre o Meio Ambiente na Austrália.